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12 Indomáveis Patifes

(±6.83%)

Piotr Kowalik

Natural de Lublin (Polónia), estudou Física Computacional na Universidade Maria Curie-Sklodowska. Em 1995 foi para Londres trabalhar em Tecnologias de Informação. Numa viagem à Escócia comprou uma Pentax compacta, com que alimentou a paixão por computação gráfica e manipulação de imagem. Autodidacta, trabalha como fotógrafo há três anos, dando preferência ao retrato. Publicou em diversas revista da especialidade (Photography Monthly, Practical Photography, etc.), sendo por diversas vezes premiado em concursos internacionais (Fuji Professional Distinction, Canon Extravaganza, etc.). Fotografias da Capa e do portefólio a cores (Janela Indiscreta).

Armindo Dias

Divide os seus dias entre a Póvoa de Varzim, onde vive, e o Porto, onde trabalha na área da informática e do web design. Passou de "espectador" a "actor" no campo da fotografia quando, em meados de 2004, teve acesso a uma máquina digital, o que lhe permitiu descobrir novas possibilidades na fotografia. Antes desta participação na Periférica (As palavras que nunca te direi) só tinha publicado os seus trabalhos na revista FOTOPlus, para além de em diversos sites nacionais e estrangeiros.

Carlos Jalali

Nasceu em Setúbal em 1974, poucos meses depois da Revolução de Abril. Doutorado em Ciência Política pela Universidade de Oxford (2002), desenvolve investigação na área de sistemas de partidos, comportamento eleitoral e atitudes políticas. É docente e investigador na Universidade de Aveiro, e a sua investigação tem sido publicada a nível nacional e internacional. Ensaio em Afirma Pereira.

Sarah Adamopoulos

(Roterdão, 1964.) Publicou A vida alcatifada (1997), Os implicados (1998), Viver Mata (2001) e Tudo sobre a minha filha (2003), compilação de crónicas sobre a monoparentalidade. Bolseira do IPLB, escreveu (2002) um livro sobre o século XX português — há-de sair um dia destes. Jornalista, integrou o grupo que no final dos anos 80 fez d’O Independente um caso sério e uma escola para o jornalismo português. Colabora com várias publicações (Pública, Mil Folhas, DNa, etc.) e assina regularmente nas revistas PAIS&Filhos e Notícias Magazine. É autora do blogue A Espuma dos dias. Entrou em Contacto com Manuel António Pina.

Guilherme Fonseca

Professor e fotógrafo, «infelizmente nascido em Portugal» em 1966, é um tipo complexamente simples ou simplesmente complexo (permanece a dúvida). De alma e coração com a Periférica antes mesmo de ela ser parida, para vê-lo com a mão na massa (foram dele as lentes do Contacto com Manuel António Pina) tivemos de esperar pelo número 13. É azar.

Santiago Jaureguizar

(Bilbau, 1965.) É redactor de Cultura e escreve artigos de opinião sobre literatura no jornal El Progreso (Lugo, Galiza). É autor de dez livros, incluindo os romances Breve crónica universal da clase obreira (Prémio Lueiro Rey 2001) e Casa Skylab (Prémio Xerais 2003); acaba de ganhar o Prémio García Barros com o seu último romance, Cabaret Voltaire, ainda inédito. Tem dado palestras sobre as relações literárias entre a Galiza e Portugal em universidades portuguesas (UNL, UM) e espanholas (Cáceres), assim como no Centro Luso Orfeu de Bruxelas. Opinião em Linhas cruzadas.

Xabier Cordal

Nasceu na Corunha em 1965. É professor de Língua e Literatura em Castro Ribeiras de Lea (Terra Chá). Publicou quatro livros de poemas e tem participado noutras obras colectivas assinadas por Ronseltz e Redes Escarlata, grupo a que presentemente pertence. Colaborou ainda na Revista das Letras e em várias publicações periódicas, como a revista A Trabe de Ouro. Opinião em Linhas cruzadas.

Bernardo Penabade

(As Granhas do Sor, 1964.) Presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL), um dos principais colectivos galegos que lutam pelo reintegracionismo linguístico galego-português, é licenciado em Filologia Galego-Portuguesa pela Universidade de Santiago de Compostela, e docente de Língua e Literatura. Participante assíduo de congressos internacionais de Linguística e Literatura e colaborador da imprensa galega (Vieiros, A Nosa Terra, Agália...), tem-se dedicado à socialização de imigrantes na cultura galega. Opinião em Linhas cruzadas.

Benoît Guillaume

Nasceu em 1976 numa pequena cidade francesa, mudando-se depois para uma grande cidade francesa. Ilustra, anima e conta histórias de forma esporádica em algumas revistas "amadoras" e na internet, tendo planos para trabalhar de facto em banda desenhada. Apanha o metropolitano todos os dias (a propósito, duas histórias em Lado a lado), mas está a considerar a possibilidade de trocá-lo pela bicicleta. Para além dos transportes públicos, podem encontrar o Benoît em benoitguil.free.fr (site pessoal) e delafarineenbloc.free.fr (site do colectivo De la farine en bloc).

Pilau

Pierre-Laurent (Pilau) Daures, 36 anos, vive em Paris. Para além do seu próprio fanzine (Le Cirque, com catorze números publicados até à data), participa de forma irregular noutras publicações de banda desenhada (Stereoscomics, La Criade) ou de âmbito mais abrangente (La Corde à Linge). Faz-nos a «cartografia do sono» (Lado a lado).

João Luís Barreto Guimarães

Nasceu no Porto, em 1967. Vive em Leça da Palmeira. É médico, especialista em Cirurgia Plástica e Reconstrutiva. Publicou Há Violinos na Tribo (ed. autor, Porto, 1989), Rua Trinta e Um de Fevereiro (Limiar, Porto, 1991), Este Lado Para Cima (idem, 1994), Lugares Comuns (Mariposa Azual, Lisboa, 2000), 3 (Poesia 1987–1994) (Gótica, Lisboa, 2001), Rés-do-Chão (idem, 2003) e Assinar a Pele, antologia de poesia contemporânea sobre gatos (Assírio & Alvim, Lisboa, 2001). A sua página na Internet encontra-se em www.geocities.com/lugarescomuns. Nos limites do silêncio, três poemas.

José Carlos Barros

Arquitecto, ex-director do Parque Natural da Ria Formosa, é autor de ficção e poesia. Está Nos limites do silêncio.

Blogue Casmurro

Blogue colectivo, nascido a 12 de Junho, da autoria de Abel Barros Baptista, Fernando Matos Oliveira, Gustavo Rubim, Luís Quintais, Manuel Portela, Osvaldo M. Silvestre e Pedro Serra. Os nomes dizem tudo? Não: os textos dizem bem mais. Casa de doidos.