Se está a ler este parágrafo é porque o seu browser não suporta convenientemente folhas de estilos CSS (Cascading Style Sheets). Sugerimos que actualize o seu browser, pois caso contrário o aspecto deste site será muito diferente do planeado, se bem que continue a ser legível. As versões recomendadas dos browsers são: Internet Explorer 6.0 (5.5 já é bom), Netscape Navigator 6.2 (6.0 já é bom) e Opera 6.01.

Striptease + A vida é bela

Alice Geirinhas

Bad Girl

Questionário de Fernando Gouveia para um portefólio de Alice Geirinhas

['O pecado mora ao lado', ilustração de Alice Geirinhas]

['Os filhos de Rousseau', ilustração de Alice Geirinhas]

Alice Geirinhas estudou escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e cinema de animação na Acarte, mas ganhou muita da sua notoriedade com ilustrações editoriais particularmente corrosivas. Entre 1995 e 1999 (os «anos de ouro» desta sua actividade) foi presença constante n'O Independente, ilustrando artigos de opinião (por exemplo, de Nuno Rogeiro, sobre política internacional), produzindo também, a partir de certa altura, as suas próprias "ilustrações de opinião" autónomas. Vimo-la regularmente na extinta Livros e, mais esporadicamente, pelas páginas do Público (suplemento Mil Folhas e revista Pública).

Como artista plástica, expõe colectiva e individualmente desde 1995; a sua mais recente exposição individual, War & Love, esteve patente durante Janeiro/Fevereiro na Galeria 24b (Oeiras). É membro do colectivo Sparring Partners, é professora de ilustração (Gulbenkian, Ar.Co), e colabora com a Bedeteca de Lisboa.

Tem três livros publicados: Alice (antologia de ilustração editorial, Bedeteca, 1998), Isto de Estar Vivo (Contraponto, 2000; em colaboração com Luiz Pacheco, que assina os textos) e A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2 (Mimesis, 2003; segundo exposição homónima, com textos de Adília Lopes, Sarah Adamopoulos e Maria Manuel Stocker), para além de participações menores noutras publicações.

Tudo boas razões para a entrevistarmos e lhe pedirmos um portefólio. Uma e outra coisa, ao virar da página.

[...]

Rubrica completa na edição em papel...