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12 Indomáveis Patifes(os patifes tardam mas não faltam) |
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Hanoch Piven
Nascido no Uruguai e criado em Israel, estudou na School of Visual Arts de Nova Iorque, cidade onde viveu dez anos. Actualmente divide-se entre Telavive e Barcelona. Autor diversas vezes premiado, colabora com as melhores publicações americanas (New York Times, Time, Newsweek, New Yorker, Atlantic Monthly, etc.) e com o Ha'aretz, diário israelita de referência. O seu trabalho integra a colecção permanente da Biblioteca do Congresso (EUA). Publicou uma antologia de retratos (Faces: 78 Portraits from Madonna to the Pope) e três livros infantis (para 2005 está previsto um quarto). São dele as ilustrações da Capa e da Janela Indiscreta.
Alice Geirinhas
Nasceu em Évora em 1964. É ilustradora e pintora — e mais não dizemos por agora, pois para alguma coisa servirão a entrevista que lhe fizemos (Striptease) e o portefólio que lhe pedimos (A vida é bela).
Pedro Guimarães
Nascido em Braga em 1977, é fotógrafo autodidacta desde 2000, publicando em revistas nacionais desde 2002. Em 2003 venceu a edição portuguesa do concurso "FNAC novo talento", representando o nosso país em Arles (França). Foi em Viagem ao Centro da Terra (foto-reportagem "Nos caminhos da nova China") e dá disso testemunho. Uma outra selecção de fotos (a cores) sob este mesmo tema passará ainda este ano pelo Estaleiro Cultural Velha-a-Branca (Braga) e pela Casa das Artes de Famalicão.
Rui Martins
Nascido em 1967 em Lisboa, licenciado em design visual pelo IADE (Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing), é ilustrador profissional há dez anos, com trabalhos publicados em diversos jornais e revistas nacionais (Expresso, Exame, PC World, etc.). Paralelamente, desenvolve trabalhos em áreas como o vídeo, a animação, web, instalação e multimédia, tendo exposto em várias galerias de arte e espaços públicos, tanto em Portugal como no estrangeiro. Ilustra o artigo de João Pedro George (Manual de instruções para crimes banais).
Manuel Rivas
(A Corunha, 1957.) É um dos mais importantes escritores de língua galega da actualidade. É autor, entre outras obras, do livro de contos Que me queres, amor? (Premio Nacional de Narrativa de España) e dos romances En salvaxe compaña e O lapis do carpinteiro. Boa parte da sua poesia está recolhida no volume Do descoñecido ao descoñecido. Em Ficheiros Secretos publicamos, em primeira mão, a tradução de um excerto de Oeste, o romance em que Manuel Rivas está actualmente a trabalhar.
Manuel Vilariño
Fotógrafo galego (A Corunha, 1952), expõe individual e colectivamente desde 1984, tendo as suas fotografias passado por galerias e museus de toda a Espanha e Europa, e ainda Estados Unidos e México. Integra diversas colecções privadas e de museus, tais como o Centro de Arte Reina Sofía (Madrid), o Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela) e o Museum of Fine Arts (Houston, EUA). Um portefólio seu (As palavras que nunca te direi) acompanha, não sem razão, o texto de Manuel Rivas.
Rogelio Guedea
(Cidade do México, 1974.) Foi bolseiro do Fondo Estatal para la Cultura y las Artes e director da colecção de poesia El pez de fuego (ed. Praxis). É ensaísta, contista e autor de diversos poemários, incluindo Mientras olvido (Premio Internacional de Poesía Rosalía de Castro, 2001) e Razón de mundo (Premio Nacional de Poesía Amado Nervo, 2004). Na narrativa, publicou Al vuelo (Mantis, 2003) e Del aire al aire (Thule Ediciones, 2004). Licenciado em Direito e doutorado em Letras, é actualmente professor na Universidade de Otago (Nova Zelândia). Uma selecção de microcontos em Pulp Fiction.
Ray Respall Rojas
(Havana, Cuba, 1987.) Estuda na Academia de Artes San Alejandro (Cuba), dedicando-se também à escrita. Conquistou o seu primeiro prémio aos 9 anos, no Concurso Internacional de Shankar (Índia), na modalidade de artes plásticas. É filho de Marié Rojas Tamayo, cujo conto publicado em Pulp Fiction ilustra.
José Luis Piquero
(Mieres, Astúrias, 1967.) Publicou quatro livros de poesia: Las ruinas (1989), El buen discípulo (1992), Monstruos perfectos (1997) e Autopsia (2004, prémio El Ojo Crítico da Radio Nacional de España). Figura em diversas antologias espanholas (Selección Nacional, La Generación del 99, 10 menos 30, La lógica de Orfeo, etc.) e portuguesas (Poesia Espanhola de Agora e Poesia Espanhola, anos 90, ambas de Joaquim Manuel Magalhães). Traduziu para asturiano uma antologia de poemas ingleses do século XX e La gata nel teyáu de zinc caliente, de Tennessee Williams. Encontram-no Nos limites do silêncio.
Martín López-Vega
Nasceu em Poo de Llanes (Astúrias) em 1975. Escreve em asturiano e castelhano, estando presente em diversas antologias (Selección Nacional, La Generación del 99, Milenium, Poesia Espanhola de Agora, etc.). Publicou, entre outros, Objetos robados (1994), Travesías (1996), La emboscada (1999), Mácula (2002) e Árbol desconocido (2003). Actualmente é redactor e crítico do suplemento El Cultural do diário El Mundo. Em 1997 publicou Cartas portuguesas, recolha de artigos escritos durante a sua estadia em Braga. Selecção de poemas Nos limites do silêncio.
Javier Cánaves
Nasceu em Palma de Maiorca em 1973. Publicou El laberinto de los días (1999), De los días que siguen (2000), La música del mundo (2000), Al sur de todo mapa (2001, Premio Internacional de Poesía Antonio Machado en Baeza) e Al fin has conseguido que odie el blues (2003, Premio de Poesía Hiperión), os dois últimos integrando uma trilogia à volta do tema do sul, que concluirá com o livro em que presentemente trabalha. Nos limites do silêncio apresentamos a tradução de uma selecção de poemas, onde se inclui um ainda inédito em castelhano.
Adão Conde
Nasceu em Lisboa em 1977. Com formação em Arquitectura, tem participado desde 1996 em exposições colectivas de desenho, pintura e fotografia. Actualmente desenvolve trabalhos nas áreas de arquitectura, design e ilustração. Acompanha Vítor Lamas Nos limites do silêncio.