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12 Indomáveis Patifes(um patife nunca vem só) |
ÍNDICE | FOLHEAR | ASSINATURAS |
Apostolos
Apostolos Panagopoulos nasceu em Salónica (Grécia) e foi criado em Atenas. Ainda novo emigrou para a Holanda, onde reside. Estudou História da Arte e trabalhou com diversos escultores e compositores, como director de arte de cinema e televisão, como professor de Arte. Desde 1998 dedica-se às artes plásticas, como pudemos ver na Capa e na Janela Indiscreta desta edição.
Desidério Murcho
Nascido em 1965, licenciado, mestre e doutorando em filosofia (King's College London). Autor de Essencialismo Naturalizado: Aspectos da Metafísica da Modalidade (Angelus Novus, 2002), A Natureza da Filosofia e o seu Ensino (Plátano, 2002) e O Lugar da Lógica na Filosofia (Plátano, 2003). Co-organizador e co-autor de Enciclopédia de Termos Lógico-Filosóficos (Gradiva, 2001), co-autor de Dicionário Escolar de Filosofia (Plátano, 2003) e organizador e co-autor de Renovar o Ensino da Filosofia (Gradiva, 2003). Director da publicação virtual Crítica. Ensaio/opinião em Afirma Pereira.
Francisco Mata Rosas
(Cidade do México, 1958.) Foi fotojornalista durante 6 anos, tendo os seus trabalhos sido publicados em alguns dos principais jornais e revistas do México, EUA, Espanha, Canadá, Itália e Inglaterra. Integra o conselho editorial da revista Luna Córnea. Expôs por toda a América e ainda no Japão e na Europa (incluindo Portugal), tendo sido premiado por várias vezes. Tem três livros publicados e mais dois em preparação. Traz-nos instantes «tão violentamente doces» em As palavras que nunca te direi.
Charles Kiefer
É natural de Três de Maio (Rio Grande do Sul). Estreou-se na ficção com Caminhando na Chuva (1982), que se tornaria um clássico da literatura infanto-juvenil brasileira (14 edições). Foi por três vezes galardoado com o Prémio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro: O pêndulo do relógio (1985, novela), Um outro olhar (1993, contos) e Antologia Pessoal (idem). Tem mais uma mão cheia de prémios, para estes e outros livros. O conto que o traz à Pulp Fiction faz parte do livro Logo tu repousarás também, a ser editado em 2005.
Eliana Pougy
Nasceu em 1961 em Mogi das Cruzes (São Paulo, Brasil). É autora da colecção de livros didácticos Criança e Arte (ed. Ática), do livro infantil Para olhar e olhar de novo (ed. Moderna, no prelo), é mestranda em Psicologia da Educação pela FE/USP e escreve compulsivamente. Dois contos breves na Pulp Fiction.
Fábio Fernandes
Carioca de 38 anos residente em São Paulo. Jornalista, tradutor e dramaturgo. Duas peças encenadas, uma delas premiada (Vestidos Brancos, encenação de Luiz Armando Queiroz, Prémio Frei João de Sant'Ângela de Dramaturgia). Um livro de contos publicado (Interface com o Vampiro, 2000), outro para sair (Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa). Prepara actualmente uma nova tradução do clássico Laranja Mecânica, de Anthony Burgess. Está a terminar de escrever o seu primeiro romance. Um conto na Pulp Fiction.
Héctor Gorla
Nasceu em Buenos Aires (Argentina) em 1957. Escreveu contos (um deles está na Pulp Fiction), livros de poemas, guiões para a televisão, as suas memórias do golpe militar de 1973 no Chile (onde viveu de 1968 a 1974), e a sua tese — tudo, claro, coisas que ninguém leu.
Jacinta Escudos
Nasceu em 1961. Cultivou os géneros de novela, conto, poesia, crónica e ensaio, tendo também tido experiência como actriz e pintora. Em 2000 foi escritora residente na Heinrich Böll Haus (Alemanha) e na Maison des Écrivains Étrangers et des Traducteurs (França). Está traduzida para inglês, alemão e francês, e agora para português (Pulp Fiction). Em 2003 recebeu o Prémio Centro-americano de Novela Mario Monteforte Toledo pelo livro A-B-Sudario, publicado pela Alfaguara, sendo a primeira escritora salvadorenha a publicar nessa prestigiosa editora.
Luis Britto García
Nasceu em Caracas (Venezuela) em 1940. Da sua obra narrativa destacam-se Rajatabla (Prémio de Conto Casa de las Américas, 1970), Abrapalabra (Prémio de Novela Casa de las Américas, 1979), La orgía imaginaria e Pirata. É ainda dramaturgo e ensaísta (ciência política, história, contraculturas e cultura de massas). Pelo conjunto da sua obra foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Literatura da Venezuela. Os microcontos que publicamos em Pulp Fiction fazem parte de Andanada, livro que sai(u) em Novembro pela Thule Ediciones (Barcelona).
Marié Rojas Tamayo
(Cuba, 1963.) É escritora e investigadora. Entre as suas publicações contam-se Tonos de Verde (contos, 2004) e La magia amorosa en las religiones afrocubanas (ensaio). Foi seleccionada para diversas antologias internacionais de língua espanhola e premiada por diversas vezes um pouco por toda a América Latina e também em Espanha. Dirige, com o poeta maiorquino Bartolomé Adrover, a revista cultural Dos islas, dos mares. Um conto em Pulp Fiction.
Max Delgado Corteguera
(Havana, Cuba, 1971.) Formado pela Academia de Bellas Artes San Alejandro, recebeu diversos prémios de desenho e gravura em Cuba, Espanha e Argentina. Expôs individualmente em Cuba, Argentina e Venezuela. Ilustra o conto de Marié Rojas Tamayo (Pulp Fiction).
Raúl Brasca
Argentino (n. 1948), autor de contos e ensaios, dedicou especial atenção ao microconto. Em 1989 fundou, com mais quatro escritores, a revista Maniático Textual, à venda até 1994. Compilou várias antologias, foi membro do júri na Feira do Livro de Buenos Aires e desempenhou funções de referee em revistas de crítica literária. É colaborador do suplemento cultural do diário La Nación. No início de 2004 saiu Todo tiempo futuro fue peor (Thule Ediciones), livro de onde seleccionámos seis microcontos para a Pulp Fiction.
Roxana Heise
Nasceu no Chile em 1964. Os seus textos foram publicados nas revistas Escribir y Publicar (Salvat), Repertorio Latinoamericano, Los Noveles, Almiar, entre outras. Em 2001 obteve uma menção honrosa no Concurso de Contos Breves Alfred Hitchcock. Faz parte da antologia de novos contistas hispanos Los magos del cuento. Tem publicado, pelas edições El Salvaje Refinado, o livro Imágenes prosaicas (2002). Um conto em Pulp Fiction.