VOANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS
N.º 10 - Verão de 2004
EDITORIAL
«São rosas, Senhor»
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12 INDOMÁVEIS PATIFES
Apresentação dos novos colaboradores e dos convidados
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JANELA INDISCRETA
Pinturas de Ricardo Leite
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A OESTE NADA DE NOVO
Comentários do trimestre
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AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI
Fotografias de Miguel Mealha
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O PADRINHO
Carta para XXX, de J. Rentes de Carvalho
[ ilustração de Alain Voss ]
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OS 400 GOLPES
«Da aparência dos mortos-vivos»,
por Rui Bebiano
[ ilustração de Francisco Legatheaux ]
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LICENÇA PARA MATAR
«Islão: sete reflexões +/– avulsas»,
por Fernando Gouveia
[ ilustração de Rui Lúcio Carvalho ]
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«Está por verificar a compatibilidade entre uma sociedade islâmica sem influência ocidental
e os conceitos básicos de Democracia e Direitos Humanos.»
QUO VADIS?
«Black Sun: um sui generis lugar ao
sol», por Rui Ângelo Araújo
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O IMPÉRIO DOS SENTIDOS
«A paisagem viva», por Fredy Massad e Alicia Guerrero Yeste
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«O desejo era erigir as suas obras, mas, também, vê-las envelhecer, ganhar rugas: que as
árvores cresçam, que as pedras se cubram de musgo, que a obra de arquitectura desenvolva uma vida
própria.»
O OITAVO PASSAGEIRO
Fotografias de Robert & Shana ParkeHarrison
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NO CÉU TUDO É PERFEITO
«Livros, colecções e outros artifícios»,
por José Ferreira Borges
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A LISTA DE SCHINDLER
«A América onírica», por Maria João Cantinho
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«Fábula metafísica ou apresentação simbólica de um mundo novo, O
Desaparecido contém uma dimensão messiânica inegável [...], na sua íntima
articulação entre a literatura e uma felicidade irrecusável, mesmo se a melancolia aperta o seu
cerco.»
OS CANHÕES DE NAVARONE
«A amizade é bela — e a inimizade
enternecedora», por Rui Ângelo Araújo
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PULP FICTION
«O riso», por Filipa Melo
[ ilustração de Pedro Vieira ]
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«O colchão da Mongólia», por Ondjaki
[ ilustrações de Hugo Muesli ]
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«o miúdo, desses na rua, não tinha nome, só atendia pela alcunha imposta:
pêcêgê!, assim, tão velozmente dito que às vezes resultava somente em
gêtinho, não vale a pena querer pôr correctos portugueses nas falas do miúdo..»
«Crónica», por Diana Almeida
[ ilustração de João Pinto ]
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«Rasguei o envelope e um canto da carta. no papel espraiava-se a letra angulosa de Dulce. no papel
espelhavam-se os sinais estabelecidos: o tempo ao canto superior direito, cinco linhas de intervalo e a fórmula
introdutória. "Querido José", querido José, crescia assim meu nome envolto em falso, antigo afecto, por
mão dela. onde dormiam os limites da verdade, dobrando-se a mão a jugo falso.»
«Círculos», por Florêncio Moniz
[ fotografia de Alberto Monteiro ]
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NOS LIMITES DO SILÊNCIO
«Cartografia» (1), por Rikardo Arregi
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Dois poemas de Harkaitz Cano
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