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12 Indomáveis Patifes(nem mais, nem menos) |
ÍNDICE | FOLHEAR | ASSINATURAS |
Robert & Shana ParkeHarrison
A obra fotográfica de Robert (n. 1968) e Shana ParkeHarrison (n. 1964) tem percorrido diversas galerias dos Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Japão, integrando as colecções de mais de uma dúzia de museus (Whitney, Smithsonian Institution, George Eastman House, etc.). Entre as instituições que lhes atribuíram bolsas e prémios, destaque para a Fundação John Simon Guggenheim e o Museu Metropolitano de Tóquio. Publicaram a monografia The Architect's Brother (2.ª edição, 2002). São O Oitavo Passageiro.
Ricardo Leite
Porto, 1970. Curso de Artes Plásticas — Pintura (1999). Participou em diversos concursos e exposições colectivas de pintura, tendo sido seleccionado para o BP Portrait Award da National Portrait Gallery (Londres, 2000) e galardoado com o 1.º Prémio da I Bienal de Pintura Arte Jovem de Penafiel (2001). Desde 2000 é docente na Escola Superior Artística do Porto. Continua "teimosamente" a fazer retrato. Pintura da Capa e portefólio da Janela Indiscreta.
Miguel Mealha
Nasceu em Lourenço Marques (actual Maputo) em 1961 e trabalha em publicidade. Fotografa desde 1975, mas só desde 1994 passou a encarar a fotografia como algo mais do que um simples hobby. Nos últimos dez anos ganhou alguns prémios e menções honrosas em concursos. Portefólio em As palavras que nunca te direi.
¿btbW/architecture
A dupla catalã constituída por Fredy Massad (arquitecto) e Alicia Guerrero Yeste (historiadora da arte) dedica o seu trabalho conjunto à investigação e crítica da arquitectura contemporânea. Colaboradores de meios especializados em arquitectura e comissários de exposições, são autores do livro Enric Miralles: Metamorfosi del paesaggio (Testo&Immagine, Turim, 2004). N'O Império dos Sentidos abordam uma obra emblemática deste autor. A Periférica larga amarras e aventura-se por diferentes mares.
Filipa Melo
Angola, 1972. Protagonizou uma das revelações literárias de 2001 com Isto é o meu corpo (Temas & Debates). Jornalista free-lancer, foi editora do Mil Folhas no tempo em que aquele suplemento do Público era uma obra de arte; actualmente é co-coordenadora do Magazine d'A Dois. Filipa Melo foi a primeira entrevistada da Periférica; a Pulp Fiction trá-la de volta às páginas da revista.
Ondjaki
Pseudónimo de Ndalu de Almeida, nascido em Luanda em 1977. Para além da ficção (Pulp Fiction), dedica-se à poesia, à pintura e ao teatro. No domínio da ficção publicou, pela Caminho, os volumes de contos Momentos de aqui (2001) e Quantas Madrugadas Tem a Noite (2004) e os romances O Assobiador (2002) e Bom Dia Camaradas (2003).
Florêncio Moniz
Ilhéu, do Pico, vive no Alentejo há alguns anos (de periferia em periferia...). Professor, «porque gosto de aprender», escreve desde sempre (quando tem tempo ou quando a vontade é grande demais para esperar pelo tempo), tendo publicado os primeiros dois contos em 2003 (na revista NEO). Pulp Fiction.
João Pinto
«Lamento, mas não sou o futebolista. Nasci em 1967 e dedico-me às artes visuais desde sempre. Passei pela Escola Superior de Cinema. Colaborei com o DN como ilustrador e cartunista em 1992/93. Utilizo o vídeo como meio de expressão gráfica animada desde 1990. Trabalho com criadores portugueses nas áreas de dança, teatro, música, cinema, artes plásticas e (agora) literatura.» Ilustra o conto de Diana Almeida (Pulp Fiction).
Rikardo Arregi
Rikardo Arregi Díaz de Heredia (Vitoria/Gasteiz, 1958) foi distinguido com o Prémio da Crítica espanhola por Hari hauskorrak (Frágeis fios), o seu primeiro livro (1993), e por Kartografia (1998). Da versão castelhana que Gerardo Markuleta fez deste último (Cartografía, 2000) traduzimos quatro poemas Nos limites do silêncio. Licenciado em Filologia Basca, é ainda tradutor de poesia, nomeadamente portuguesa (Sophia, Eugénio de Andrade, Jorge de Sena).
Harkaitz Cano
San Sebastián/Donostia, 1975. Estreou-se em 1994 com Kea behelainopean bezala (Como fumo na bruma). Em 2001 deu à luz Norbait dabil sute eskaileran (Alguém corre pela escada de incêndios), livro a que pertencem os poemas apresentados Nos limites do silêncio. Tem traduzidos para o castelhano a antologia de contos Enseres de ortopedia inútil (2002), o livro de crónicas nova-iorquinas Baladas de Nueva York (2003) e a novela Jazz y Alaska en la misma frase (Seix Barral, 2004).