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12 Indomáveis Patifes(patife morto, patife posto) |
ÍNDICE | FOLHEAR | ASSINATURAS |
José Carlos Fernandes
(Loulé, 1964) largou a Engenharia Ambiental e o Parque Natural da Ria Formosa para, refugiado no outback algarvio, se dedicar à banda desenhada e à ilustração (colabora, por exemplo, com o Diário de Notícias). É autor de mais de uma vintena de livros, com especial destaque para a premiada série A Pior Banda do Mundo. Em O homem que sabia demais (badana) pré-publicamos uma história de A Grande Enciclopédia do Conhecimento Obsoleto, quarto volume da série, cujo lançamento está previsto para o mês de Maio.
António Lucas Soares
Nasceu no Porto em 1964. Começou a fotografar há 13 anos atrás quando finalmente percebeu que a máquina fotográfica tinha potencial para muito mais do que os clichés de férias. Viaja frequentemente, o que lhe tem permitido construir uma perspectiva global desse mesmo quotidiano (perspectiva que continua a compilar no projecto "Porto ou Budapeste, onde está a diferença?"). É membro do grupo BZK, onde investiga a criação fotográfica colectiva. Os seus mais recentes projectos encontram-se em myprivatelight.net. As palavras que nunca te direi.
Pedro Mexia
Nasceu em Lisboa em 1972. É formado em Direito, mas não é advogado do Diabo (só lhe escreve o Dicionário). Crítico literário e jornalista free lancer, colabora regularmente com o Diário de Notícias, com a Grande Reportagem e com a revista Ler, coordenando ainda a rubrica de livros do programa televisivo Magazine (2:). Como poeta, publicou, entre outros, Eliot e Outras Observações (Gótica, 2003). Tem, nesta edição, Licença para matar.
Pedro Paixão
(Lisboa, 1956) é professor de Filosofia e autor de quase uma vintena de livros, entre romances (A Noiva Judia), impressões de viagens (A Cidade Depois) e álbuns de fotografias (47 W 17). Por alturas em que este número da Periférica for lançado estará a chegar ao mercado o seu mais recente livro, Quase Gosto da Vida que Tenho (Quetzal), de onde escolhemos, a pedido do autor, um texto para A Barreira Invisível.
Salvador Gutiérrez Solís
Cordovês (n. 1968), publicou desde 1996 quase uma dezena de livros, entre os quais La novela de un novelista malaleche (1999), Más de cien bestias atrapadas en un punto (2003) e Jugadores y coleccionistas (Abril de 2004). Em 1995 recebeu uma bolsa de criação literária do Ministério da Cultura espanhol. O seu trabalho no conto e no romance foi premiado por mais de uma mão cheia de vezes, tendo sido finalista de outros tantos prémios do país vizinho, entre os quais o Prémio Nacional da Crítica de 2000, e incluído em mais de uma dezena de antologias. Na Pulp Fiction deste número da Periférica traz-nos (diríamos nós, com uma vénia a Quiroga), quatro "histórias de amor, loucura e morte", três das quais inéditas também em Espanha.
Pablo García Casado
Nasceu em Córdova em 1972. Publicou Las afueras (1997) — primeiro classificado no Premio Ojo Crítico de Radio Nacional de España 1997 e finalista do Premio Nacional de Poesía desse mesmo ano — e El mapa de América (2001), de onde saíram quatro poemas Nos limites do silêncio. Foi através do Pablo que chegámos à fala com o Salvador, seu "condómino" no site www.casadosolis.com.