VOANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS
N.º 7 - Outono de 2003
EDITORIAL
«Democracia e moralismo»
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12 INDOMÁVEIS PATIFES
Apresentação dos novos colaboradores e dos convidados
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JANELA INDISCRETA
Pinturas de Jacek Yerka
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A OESTE NADA DE NOVO
Comentários do trimestre
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OS CANHÕES DE NAVARONE
«Revelação»,
por Rui Ângelo Araújo
[ ilustração de Paulo Araújo ]
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OS 400 GOLPES
«O Vício esplêndido»,
de Rui Bebiano
[ ilustração de Francisco Legatheaux ]
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O PADRINHO
Carta para Rosalie Delaunay, de J. Rentes de Carvalho
[ ilustração de Alain Voss ]
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«Nós corremos de facto o risco de desaparecer afogados no viscoso mar da nossa própria
imundície. A Terra, essa, nem se dará conta de que deixámos de existir.»
ESTRANHOS DE PASSAGEM
«Contributo do Herman Sic para uma futura
Smell TV», de José Manuel de Campos
[ ilustração de Paulo Araújo ]
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AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI
Fotografias de Bruno Espadana
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A VIDA É BELA
Israel / Palestina, cartoons de Riber Hansson
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STRIPTEASE
Eduardo Brum & Tinta Permanente, por
Rui Ângelo Araújo
[ ilustração de Paulo Araújo ]
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QUO VADIS?
«Francka Editora: um país só é
pouco», por R. A. Araújo e F. Gouveia
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POR QUEM OS SINOS DOBRAM
«"Um prefácio sem qualidades": the director's cut»,
por Rui Ângelo Araújo
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Versão aumentada do artigo publicado no blogue da Periférica, onde se alude às
citações-fantasma de Eduardo Prado Coelho.
A LISTA DE SCHINDLER
«O Irão como nunca antes o viu», por Fernando Gouveia
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«A primeira comparação que nos ocorre quando lemos Persépolis é com a
aclamada série Maus, de Art Spiegelman. Mas são nítidas as diferenças entre as duas
séries.»
«Ao rubro, uma quase-recensão»,
por Rui Ângelo Araújo
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A BARREIRA INVISÍVEL
«Lua vermelha»,
por Leopoldo Brizuela
[ ilustração de Francisco Lameirão ]
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PULP FICTION
«O lugar mais óbvio»,
por Richard Zimler
[ ilustração de Hugo Muesli ]
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«Ter sorte», por J. Rentes de Carvalho
[ ilustração de Rui Lúcio Carvalho ]
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«O Museu das Dúvidas», por Rui Ângelo Araújo
[ ilustração de Pedro Vieira ]
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«Para os mais atentos, pelo menos para mim, o percurso dos portões até ao edifício
era todo ele um fastio. Mais um discípulo de Siza Vieira despojado.»
«O triângulo das coisas mudas»,
por José Ferreira Borges
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O CARTEIRO TOCA SEMPRE DUAS VEZES
«a ponte», anacrónicas em dose
dupla por Luísa Costa e Manuel Guimarães
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NOS LIMITES DO SILÊNCIO
«Rua de Santa Sofia»,
por Vítor Nogueira
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«Tectos Falsos (2)», por Manuel de Freitas
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«Sábado em Setembro» de António Cabral
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«Uma pedra sobre o assunto»,
por Carlos Alberto Machado
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DEBAIXO DO VULCÃO
«Música de perder»,
por Manuel de Freitas
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