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A Lista de Schindler |
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Ao rubrouma quase-recensãoTexto de Rui Ângelo AraújoUm trabalho de narrativa que tem em António Lobo Antunes o principal cultor faz com que entremos em Vermelho, de Mafalda Ivo Cruz, com algum incómodo. Afinal, para quê imitações, se está para sair Boa Tarde às Coisas aqui em Baixo, do mestre? Claro que esta primeira leitura é redutora e talvez desonesta. Mas é verdade que estão presentes em Vermelho muitos dos elementos que definem a construção das obras de Lobo Antunes. [...] [...] Creio ter respondido às perguntas que fiz atrás. Vermelho, como outras obras análogas, não vive apenas das palavras e do seu sentido, não comunica tanto através da história ou da descrição das coisas. Trata-se de uma obra impressionista — pictórica, mas sobretudo sonora. [...] [...] Artigo completo na edição em papel... |
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