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12 Indomáveis Patifes(ou coisa que o valha) |
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Misha Gordin
Nasceu em 1946 em Riga (Letónia, então integrada na URSS) e é engenheiro aeronáutico, profissão que nunca exerceu. Começou a fotografar aos dezanove anos, procurando uma alternativa à estética oficial do "realismo socialista" e, após passagem infrutífera pelo documentário fotográfico e pelo retrato, enveredou pela fotografia conceptual. Em 1974 fugiu para os Estados Unidos. Os seus trabalhos integram colecções de museus nos EUA, França (Centro Georges Pompidou), Japão e Espanha, tendo sido premiados por diversas vezes a nível nacional e internacional, incluindo medalhas de ouro da Fédération Internationale de l'Art Photographique e da Photographic Society of America. Realizou as fotogradias da Capa e do portefólio d' As palavras que nunca te direi.
Jordin Isip
Natural de Queens (Nova Iorque) e residente no Brooklyn, Jordin Isip é ilustrador e professor na Rhode Island School of Design e na Tyler School of Art. Os seus trabalhos têm aparecido em publicações como The New York Times, Rolling Stone, Time e Yahoo! Internet Life, sendo ainda usados em cartazes, capas de livros e CDs. Foi seleccionado para os anuários das revistas American Illustration, Communication Arts e Print Magazine e premiado pela Society of Publication Designers e pelo Art Directors Club. Expôs em Los Angeles, Nova Iorque, Philadelphia, San Francisco, Ontário e Roma. É dele o portefólio da Janela Indiscreta.
Nuno Portugal
Nuno Portugal Capaz, 26 anos, licenciado em Sociologia, frequenta uma pós-graduação em Jornalismo. Não se lembra quando começou a tirar fotografias, mas foi há cerca de 4 anos que, já farto de ouvir dizer que até tinha jeito para aquilo (leia-se fotografia), iniciou formação nessa área, a ver como as coisas corriam. Actualmente procura aprofundar a área de fotojornalismo. Realizou as fotografias do Quo Vadis?
Maria João Cantinho
Nasceu em Lisboa, no ano de 1963. Em 2000 publicou o seu primeiro livro de contos, A Garça, e em 2001 publicou Abrirás a Noite com um Sulco, livro de poesia que recebeu menção honrosa no prémio "Revelação" da Associação Fernando Pessoa. Em 2003 publicou O Anjo Melancólico, Ensaio sobre o conceito de Alegoria na Obra de Walter Benjamin. Tem colaborado regularmente em publicações como Hablar/Falar de Poesia, Mea Libra, Espaço/Espacio escrito, onde publicou ensaio e contos, bem como recensões críticas. Colabora regularmente em sites como Storm Magazine, Crítica, Zonanon, Agulha, Especulo, La Insignia. Pôs-se em Contacto com João Francisco Vilhena.
Nina Guerra e Filipe Guerra
Nina Okuneva Guerra é russa, de Moscovo, e tem trabalhado quase toda a vida em coisas ligadas ao livro e à edição: traduções, recensões, crítica literária, etc. Vive em Portugal e, desde 1992, mantém com Filipe Guerra o projecto de verter para português o maior número possível de obras da grande literatura russa.
Filipe Guerra nasceu em Vila Pouca de Aguiar, na rua da Mijota, a caminho da igreja velha e do cemitério, ao lado da estrada do Minho, numa mansão avarandada, há pouco mais de meio século. Desde então tem sido sobretudo viajante (mas não caixeiro-viajante) e, ultimamente, dedica-se à tradução do russo e à divulgação, em equipa com Nina Guerra, dos clássicos russos do século de prata como Púchkin, Gógol, Dostoiévski, Tchékhov, e de outros já do século XX, como Mandelstam, Akhmátova, Tsvetáeva, levando ambos já mais de trinta títulos.
Juntos traduziram os textos de Daniil Harms que apresentamos n' O Oitavo Passageiro.
Cláudia Clemente
Nasceu no Porto em 1978. Licenciada em Arquitectura pela FAUP, estudou realização cinematográfica em Barcelona, onde viveu e trabalhou durante quatro anos. Presentemente exerce a profissão de arquitecta em Lisboa. Em 2003 publicou, na Tinta Permanente, o livro de contos O Caderno Negro. Conto em Pulp Fiction.
Beatriz Dacosta
Beatriz Dacosta Molanes nasceu em Cangas (Pontevedra, Galiza) em 1967. Publicou o livro de contos Cascas de Noz (Galaxia, 2000) e o romance Precipícios (Francka, 2002), tendo ainda participado na colectânea de contos Narradoras (Edicións Xerais, 2000). Colabora com diversas revistas galegas e, em parceria com Chelo Davila, tem trabalhado na criação da revista online Setestrelo, cujo principal objectivo é a divulgação das culturas galega e portuguesa. Em Pulp Fiction apresenta-nos três contos breves, numa tradução de María Xosé López.
Jorge Gomes Miranda
Nasceu no Porto em 1965. Publicou O que nos Protege (Pedra Formosa, 1995), Portadas Abertas (Presença, 1999), Curtas-Metragens (Relógio D'Água, 2002) e A Hora Perdida (Campo das Letras, 2003). No âmbito do Porto 2001 escreveu uma novela, O Transplante, e organizou duas antologias literárias: Tráfico, Antologia crítica da nova literatura portuguesa, e Double Face, Portugal e a Holanda num espelho, do séc. XVI ao séc. XX. Desde 1993 escreve sobre livros no jornal Público e colabora com poemas e textos críticos em revistas portuguesas e estrangeiras. Descreve-nos a guerra Nos limites do silêncio.