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VOANDO SOBRE
UM NINHO DE CUCOS

N.º 4 - Inverno de 2003

EDITORIAL

«A fazer o quatro» [ver imagem das páginas]

12 INDOMÁVEIS PATIFES

Apresentação dos novos colaboradores e dos convidados [ver imagem das páginas]

JANELA INDISCRETA

Ilustrações de Joe Sorren [ver imagem da capa] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

A OESTE NADA DE NOVO

Comentários do trimestre [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

OS CANHÕES DE NAVARONE

«Literatura e Democracia», por Rui Ângelo Araújo [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

«Porque, acreditem,
— A democracia só terá bons resultados literários (ou outros) quando o povo estiver em minoria!
Razão tinham os gregos ao chamar ao povo demo.»

PLANETA DOS MACACOS

Cartoons de Eray Özbek e Eduardo Caldari Jr. [ver imagem das páginas]

O OITAVO PASSAGEIRO

«Disputas», por Onésimo Teotónio Almeida [ver imagem das páginas]

TEMPOS MODERNOS

«Anamnese», por Vítor Nogueira [ver imagem das páginas]

OS 400 GOLPES

«Sem sentido, pelas ruas», por Rui Bebiano [ ilustração de Francisco Legatheaux ] [ver imagem das páginas]

«Mas o verão é assim mesmo: "quando calienta el sol" damos férias aos neurónios e dedicamo-nos a umas quantas tolices, supostamente divertidas, presumivelmente inúteis, que por instantes nos distraem do quinhão de deveres.
A poesia, a invenção, o momento de desvario, ficam então para o íntimo, para o não dito, para o rasgo insurrecto que se difere para o dia que virá. E depois para o outro.»

POR QUEM OS SINOS DOBRAM

«As 7 Maravilhas de Portugal», por Fernando Gouveia [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI

Fotografias de Sérgio Ranalli [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

CONTACTO

«António Cabrita», entrevista por Rui A. Araújo e Carlos Chaves [ ilustração de P. Araújo ] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

FAHRENHEIT 451

«Jogos cruéis, Borges e a Guidinha», por Helena Barbas [ver imagem das páginas]

«Estes textos são um bom pretexto para defender e demonstrar o trabalho que é a escrita literária. E todos usamos a "forma de expressão" que é a linguagem, mas nem todos podemos ser criadores. É que há pessoas que acham que a poesia lhes saltou em cima, e era só o gato.»

OS CAVALOS TAMBÉM SE ABATEM

«Não é fácil dizer bem», por João Pedro George [ver imagem das páginas]

O PADRINHO

Carta para Barbara Philipsen, de J. Rentes de Carvalho [ver imagem das páginas]

PULP FICTION

«A fuga dos cardeais», por José Prata [ ilustração de Rui Lúcio Carvalho ] [ver imagem das páginas]

«Histórias de lobos», por António Cabral [ ilustração de Elza Garcia ] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

«Kathleen», por J. Rentes de Carvalho [ver imagem das páginas]

«Porque mais de uma vez a tínhamos ouvido jurar que no dia em que no seu rosto descobrisse a primeira ruga, ou notasse no seu corpo um primeiro sinal de velhice, havia de se suicidar. Mas não se asfixiaria com gás num qualquer quarto anónimo de Paris, nem era sua intenção afogar-se na água gélida dum loch. Não.»

«A palavra mágica», por Rui Zink [ ilustração de Francisco Lameirão ] [ver imagem das páginas]

«Não se pense que foi fácil dizê-la. Deu imenso trabalho, exigiu-me qualidades de planeamento, estratégia, gestão, que até então desconhecia ter. E, digo-o com orgulho, a maturidade com que aos oito anos planeei — e executei! — o meu primeiro palavrão não fica atrás de nenhuma empresa de adultos. Napoleão não ponderou mais nos prós e contras da invasão de Moscovo que eu sobre a minha primeira asneira.»

«Oportunidade perdida», por Rui Ângelo Araújo [ver imagem das páginas]

«Ei-los, ali, especados na mira da máquina fotográfica. Todos sorrisos, todos dentes brancos, todos posteridade. São um casal. A fotografia que lhes faço há-de mostrar às gerações futuras como um dia eles foram felizes. Ele com um braço sobre os ombros dela, ela aconchegando-se ao corpo dele, aparentando um bem-estar de cria no ninho.»

«Males da Urina», por José Ferreira Borges [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas]

O CARTEIRO TOCA SEMPRE DUAS VEZES

«encerrada para obras», anacrónicas em dose dupla por Luísa Costa e Manuel Guimarães [ver imagem das páginas]

NOS LIMITES DO SILÊNCIO

«Três Filmes», por José Miguel Silva [ver imagem das páginas]

«Dois Poemas», por Rui Pires Cabral [ ilustração de Daniela Gomes ] [ver imagem das páginas]

«Blues for Mary Jane (2)», por Manuel de Freitas [ver imagem das páginas]

«Senhor Gouveia», por Vítor Nogueira [ver imagem das páginas]

DEBAIXO DO VULCÃO

«A poesia portuguesa em 2002», por Manuel de Freitas [ver imagem das páginas]

BRANCA DE NEVE

Um espaço plural [ver imagem das páginas]