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12 Indomáveis Patifes(mais coisa, menos coisa) |
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Joe Sorren
Vive em Flagstaff (Arizona, EUA), formou-se em Belas Artes em 1993 e é ilustrador profissional, além de baterista. É a nossa grande esperança para nos batermos com a New Yorker sem termos de surripiar uns textozinhos. Para além desta, tem trabalhado para publicações como Rolling Stone, Time, LA Times, etc., e exposto em galerias um pouco por todos os EUA. Em 1997 ganhou uma medalha de ouro da Society of Illustrators de Nova Iorque e em 1998 igual galardão da de Los Angeles. Conhecemo-lo em 1997 nas páginas da Communication Arts e mais tarde descobrimos que é um tipo porreiro. Ilustração da Capa e portefólio na Janela Indiscreta.
Onésimo Teotónio Almeida
É natural do Pico da Pedra, S. Miguel, Açores (1946). Doutorou-se em Filosofia na Brown University (Providence, Rhode Island, EUA), onde vive desde 1972 e aí é Professor e Director do Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Para além da escrita académica, publicou contos — (Sapa)teia Americana (2ª edição, 2001) — e teatro — No Seio Desse Amargo Mar (1991) e Ah! Mònim dum Corisco! (3ª edição, 1998). Reuniu cinco volumes de crónicas. Os mais recentes são Que Nome É Esse, ó Nézimo? — e outros advérbios de dúvida (2ª edição, 2002), Rio Atlântico (1987) e Viagens na Minha Era (2001). Em breve sairá um novo volume coligindo as dia-crónicas mais recentes, incluindo as que regularmente publica na LER. É O Oitavo Passageiro.
Sérgio Ranalli
(São Paulo, Brasil, 1980) É fotógrafo profissional desde 1997, dedicando a maior parte do seu tempo à realização de projectos fotográficos pessoais, uma amostra dos quais publicamos n' As palavras que nunca te direi desta edição. Sérgio Ranalli já participou em diversas exposições colectivas, tendo por duas vezes exposto individualmente. Em 2000 foi premiado no concurso «What is Knowledge?» (Zurique, Suíça); em 2002 foi finalista no concurso «Todos Somos Diferentes» da Fundación Derechos Civiles (Espanha) e premiado no Porto Seguro Fotografia 2002.
João Pedro George
(Lisboa, 1972) Tem formação em Sociologia, exercendo funções de docência na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, para além de traduzir e fazer revisão científica de livros da área. Colabora na imprensa escrita com crítica literária, com destaque para O Independente e a defunta Livros (no passado) e a sucessora desta última, Os Meus Livros. Recusa-se a seguir o unanimismo reinante em Os cavalos também se abatem.
Eray Özbek
Nasceu em 1942 em Mugla, Turquia, e vive em Ýzmir (isto é, Esmirna). Começou a publicar e a expor cartoons nos anos sessenta, tendo recebido diversos prémios em diferentes países (Macedónia, Checoslováquia, Itália, Japão, Turquia, Ucrânia), incluindo uma dezena de primeiros prémios e grandes prémios dos júris e um prémio do Conselho da Europa. Conhecemo-lo através do seu site e atraí-mo-lo até ao Planeta dos Macacos.
Eduardo Caldari Jr.
(Piracicaba, Brasil, 1966) É engenheiro mecânico e cartoonista free-lancer, tendo exposto em salões de humor gráfico por esse mundo fora (Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Brasil, Bulgária, Canadá, China, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Croácia, Cuba, Egipto, Eslováquia, Espanha, EUA, França, Grécia, Irão, Israel, Itália, Japão, Jugoslávia, México, Países Baixos, Peru, Polónia, Portugal, Quénia, Roménia, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan e Turquia). Depois disto, já só sobra espaço para dizer que foi publicado em jornais e revistas do Brasil, Argentina, EUA, Bósnia e Polónia — e agora no Planeta dos Macacos.
António Cabral
nasceu em Castedo do Douro, no concelho de Alijó, em 1931. Formou-se em Teologia (Vila Real) e em Filosofia (Universidade do Porto). Foi professor dos ensinos secundário e médio. Dedicou-se desde sempre à animação cultural e à escrita. Tem treze livros de poemas (o último, Ouve-se um Rumor, a sair brevemente), sete livros de ludoteoria e três livros de ficção (aguarda-se para os próximos meses a publicação de Prometeu Agrilhoado Hoje). Colaborou em jornais, revistas e antologias. Wolf fiction in Pulp Fiction.
José Prata
(1967) Afundou revistas e jornais em barda, só lamenta duas, a City e a Livros. Ajudou a ressuscitar a segunda, regressada das cinzas com o nome de Os Meus Livros, onde desempenha hoje as funções de capataz (paquete, teclista, telefonista, redactor e, às vezes, editor). Prolífico na ficção, escreveu um conto sobre formigas (que teima em não ser publicado), um romance (Os Coxos Dançam Sozinhos) e outro conto: o que agora se publica em Pulp Fiction.
Rui Lúcio Carvalho
(1973) É director de arte numa agência de publicidade. Em 1996 ficou em primeiro lugar num concurso de criatividade do Art Institute of Kankaanpää (Finlândia). Posteriormente foi colaborador do Centro de Imagem e Técnicas Narrativas da Fundação Calouste Gulbenkian, designer do Pavilhão do Território da Expo'98 e dos suplementos do Público (1998–2001). Ilustra o conto de José Prata em Pulp Fiction.