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VOANDO SOBRE
UM NINHO DE CUCOS

N.º 2 - Verão de 2002

EDITORIAL

«Uma revista chata» [ver imagem das páginas]

12 INDOMÁVEIS PATIFES

Apresentação dos novos colaboradores e dos convidados [ver imagem das páginas]

O OITAVO PASSAGEIRO

Três aguarelas e seis poemas de Günter Grass, inéditos em Portugal
[ tradução de Antonieta Mendonça; caricatura de Turcios ] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

A OESTE NADA DE NOVO

Comentários do trimestre [ver imagem das páginas]

OS CANHÕES DE NAVARONE

«Em defesa de uma revolução social», por Rui Ângelo Araújo
[ ilustração de Boligán ] [ver imagem das páginas]

TEMPOS MODERNOS

«O homem moderno não teme resfriados», por Vítor Nogueira [ver imagem das páginas]

CONTACTO

«João Pereira Coutinho», entrevista por R. A. Araújo, C. Chaves e F. Gouveia
[ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

FEBRE DE SÁBADO À NOITE

«Maus Hábitos: um espaço upperground», reportagem de F. Gouveia, C. Chaves e R. A. Araújo [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

LICENÇA PARA MATAR

«O grau zero da escrita», por Maria Filomena [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas]

PLANETA DOS MACACOS

Cartoons de Waldez e Boligán [ver imagem das páginas]

O IMPÉRIO DOS SENTIDOS

«Teatro de Fé», opinião de Ana Vitorino / Visões Úteis [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas]

«Há cerca de dois anos, quando preparávamos "Seis Gaivotas", um espectáculo de teatro sobre teatro, pairava-nos na mente a frase de um filme: "As igrejas fecham e os teatros fecham porque, finalmente, ninguém os quer!"
Não se trata de deixar de querer teatros e igrejas.
Finalmente, trata-se de deixar de querer.»

OS 400 GOLPES

«O ciclo», por Rui Bebiano [ ilustração de Francisco Legatheaux ] [ver imagem das páginas]

QUO VADIS?

«Antígona», perfil por Rui Ângelo Araújo e Carlos Chaves [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

POR QUEM OS SINOS DOBRAM

«DNA: dias naturalmente aborrecidos», por Rui Ângelo Araújo [ver imagem das páginas]

«Descobri há pouco tempo a que se deve esta violenta inflexão dos meus humores. [...] Tem três letrinhas apenas, mas entedia mais do que um título alemão com abundância de consoantes e dez palavras numa só. Chama-se DNA e sai aos sábados.»

FAHRENHEIT 451

«Beats, Outsiders e censura branca», crítica literária por Helena Barbas [ver imagem das páginas]

THE PILLOW BOOK

Selecção literária de Fernando Gouveia e Paulo Araújo [ver imagem das páginas]

O PADRINHO

Carta para Richard Liddel, de J. Rentes de Carvalho [ver imagem das páginas]

«Fazer o itinerário em sentido contrário torna-se na minha opinião um tanto depressivo, pois entra-se numa sucessão de montes verdes e aldeias brancas, ao fim da qual, em vez da majestade do oceano, nos espera o catolicismo de Braga.»

PULP FICTION

«O infinito», por José Ferreira Borges [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas]

«Passar cartão», por Fernando Gouveia [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

«Há mais como eu, mas não são como eu: não pensam nestas coisas que eu penso; não pensam em nada. Fazem o seu trabalho e pronto. Sem uma réstia de introspecção sobre o significado profundo do que fazem e por que o fazem, nem, por outro lado, a abnegação do espírito missionário: "Este é o meu corpo, penetrai e usai."»

«Dança comigo», por Leandro Ribeiro [ ilustração de Francisco Lameirão ] [ver imagem das páginas] [ver imagem das páginas]

«Agora imagine uma mulher. Decida você se é alta ou baixa, magra ou gorda, bonita ou feia. Está sentada em algum outro lugar, pensativa. Imagine esse lugar. Tem papéis numa mesa à sua frente e pessoas discutem algo à sua volta. Se está ou não atenta ao que dizem, cabe-lhe a si decidir. Voltemos ao homem.»

«Ponto de equilíbrio», por Vítor Nogueira [ver imagem das páginas]

«Entretanto, continuava a poder decidir trincar o chocolate ou ver as horas. Sempre achei que poder decidir é que é poder. Ora, tomar uma decisão é deixar de poder decidir. Se comesse o chocolate, nunca mais poderia decidir comer o chocolate. Pelo menos aquele chocolate que trazia.»

«Deodato Pato do Crato», por Fernanda Cachão [ver imagem das páginas]

«Picava o ponto na Direcção de Repetições e Quotidianos às 8h47. Subia cento e nove degraus, torcia o corredor, passava todas menos a última porta do lado direito e aí entrava.»

«Mudança de rumo», por J. Rentes de Carvalho [ ilustração de Francisco Lameirão ] [ver imagem das páginas]

O CARTEIRO TOCA SEMPRE DUAS VEZES

«baile na aldeia», anacrónica a duas mãos por Manuel Guimarães e Luísa Costa [ ilustração de Paulo Araújo ] [ver imagem das páginas]

NOS LIMITES DO SILÊNCIO

«seria uma espécie de barco pernoitando no cais», por Eugénio Branco [ver imagem das páginas]

«Cinco poemas», por Rui Pires Cabral [ver imagem das páginas]

«Tríptico», por Vítor Nogueira [ver imagem das páginas]

[ ilustrações de Paulo Araújo ]

JANELA INDISCRETA

Ilustrações de Filipe Cardoso [ver imagem das páginas]